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quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Comentário livre do texto de CORACINI e do vídeo de SAGAN, Carl. Biblioteca de Alexandria (video-youtube)”.


CORACINI, Maria José. In: perscrutando a filosofia da ciência. Um fazer persuasivo: o discurso subjetivo da ciência. São Paulo: Edu, 1991. 

“SAGAN, Carl. Biblioteca de Alexandria (video-youtube)”. Website. On-line. Internet, Disponível: www.youtube.com/watch?v=JNKyEVtIfjE.

Acessado em Setembro, 2010.

                                                                                              
 
                                                                                                   Pedro Samuel de Moura Torres
 
 

Na mesa, Literatura e Cultura (Shakespeare vai ao cinema), orientada pela professora DR. Elizabeth dos Santos Ramos, e ministrada pelo aluno Bruno de Almeida dos Santos, discutia-se que a tradução decorre, entre outros fatores, da compreensão e entendimento do interprete sobre uma dada obra. Este artifício abrange opções, que na maioria das vezes, abarcam a intenção de uma tradução e também as adaptações para a cultura alvo. Ressaltou-se que os deslocamentos de espaço e tempo de uma dada cultura maculam e transformam, na maioria das vezes, o texto alvo, o que acrescenta novos formatos ao texto original.

Ressalvou-se que um dos empenhos dos pesquisadores de tradução consiste em analisar como tais fenômenos de deslocamento e adaptação se desenvolvem. Tendo isso vista, debateu-se sobre a temática das relações de poder existente no texto dramático Romeu e Julieta, de Shakespeare e considerou-se como tais relações formam re-significações na animação japonesa popularmente conhecida como anime Romeu x Juliet de Reiko Yoshida. As explanações contribuíram bastante para a compreensão na área de tradução intersemiótica sobre as obras de William Shakespeare, onde relacionaram à cultura japonesa.

Mediante tais observações, conclui-se que as teorias de tradução vêm sendo usadas e aplicadas não apenas no âmbito da escrita, mas sobretudo, no domínio do áudio-visual. Tal campo implica em uma pesquisa mais rebuscada e reorganizada, onde busca a readaptação e re-construção de textos inseridos em contextos diferentes. Pode-se então, relacionar esses assuntos discutidos com a teoria escopos, de Vermeer, que abordou a questão da readaptação e a intenção por traz de cada tradução.

Pedro Samuel de Moura Torres

 

 

O texto perscrutando a filosofia da ciência aborda questões polêmicas no que diz respeito ao conhecimento desenvolvido pela ciência. Tais conhecimentos são levantados em pauta a sua veracidade, apresentando teóricos que defendem seus princípios para a aproximação da verdade cientifica.

O vídeo “cosmos” exibe como, onde e desde quando o acúmulo de todo conhecimento humano começou. O apresentador expõe que os primeiros passos da ciência se deram e se aglomeraram na biblioteca de Alexandria na cidade Alexandria ao norte do Egito. A cidade ficou conhecida como o legado intelectual por causa do empreendimento de tornar-se, na Antiguidade, o centro de todo conhecimento do homem, com a criação da Biblioteca de Alexandria. Estudavam de tudo: os cosmos, a vida, a composição do universo, como a forma intricada e sutil pela qual o universo foi constituído. Nessa Biblioteca floresceu a genialidade. Destacaram-se gênios como Erastóstenes que foi um astrônomo que conseguiu enxergar que a terra era uma pequena esfera flutuando na imensidão do universo. Hiparco, outro astrônomo, conseguiu mapear e estabelecer a magnitude das estrelas. Ptolomeu compilou a astrologia, considerada, hoje, uma pseudociência. Euclides sistematizou brilhantemente a geometria. Dionísio da trácia definiu as partes integrantes da oração, com substantivos, verbos etc.; ele foi tão importante para a linguagem quanto Euclides para a geometria. Herófilo, fisiologista que afirmou ser o cérebro a sede da razão e inteligência e não o coração como pensavam antes.

 Arquimedes foi um gênio da mecânica até a época de Leonardo da Vince. Hipácia foi uma mulher astrônoma, matemática e ultima figura ilustre da biblioteca. Aristarco de Samos, genialmente defendeu o heliocentrismo em detrimento da antiga crença cuja terra era o centro. Aristarco só foi reconhecido após cerca de dois mil anos quando o fato foi redescoberto.

A idéia de que a terra era o centro do universo permaneceu durante 1.500 anos, sendo já observada por um gênio a sua falha. No entanto, essa teoria veio a se anuir tempos depois. Isso mostra que mesmo mediante todo conhecimento intelectual não garantem a veracidade de suas conclusões.

Sistematizaram e reuniram todo o conhecimento do mundo na Biblioteca de Alexandria. Apenas Posteriormente a Idade Média, se expandiu o acúmulo de conhecimento investigado, iniciando o Renascimento. Foi a partir daí que toda essa cultura expandiu-se e transformou-se no mundo de hoje.

Ambos os textos acometem e levantam pontos sobre os conhecimentos acumulados e teorias construídas ao longo da historia humana. Observa-se pontos em comuns sobre a teoria do falseamento do primeiro texto, podendo ser relacionado às menções aos gênios com suas descobertas.  A teoria do falseamento apresenta a necessidade de alguém com brilhantes argumentos desestruturar conhecimentos estabelecidos; No vídeo depara-se com tais genialidades responsáveis por mudanças no processo de conhecimento da humanidade.