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sábado, 20 de julho de 2013

Resumo do texto Trabalho pedagogico "Planejamento de ensino" (Rays, Oswaldo Alons)





O texto “Planejamento de ensino: Um ato político pedagógico” busca definir o ato de planejamento de ensino numa perspectiva mais profunda e pragmática.  Encontra a acepção mais abrangente para o planejamento como sendo uma antecipação e projeção consciente, organizada e coerente das etapas de uma dada atividade visando obter fins que conduzam a transformações sólidas do que se quer realizar. O planejamento é considerado também um ato politico, pois visa formar cidadãos profissionais. Ao planejar o educador manifesta sempre uma atitude axiológica, ética, política e pedagógica.

 
Primeiro momento: escola e a realidade social


O fenômeno educacional deve ser analisado como um todo holístico, não deve ser descartadas as realidades socioculturais das comunidades onde as escolas estão inseridas. No planejamento de ensino, em primeira instância, considera-se a realidade social como alicerce para o plano da ação pedagógica. É imprescindível que as realidades socioculturais estejam presentes no desenvolvimento do processo de ensino. A realidade social criada pelos humanos será, desse modo, o referencial para o planejamento do trabalho docente e discente.

 
Segundo momento: retrato sociocultural do educando


O planejamento de ensino toma como embasamento e como principal variável a busca por examinar a possível situação sociocultural dos estudantes como se fosse uma fonte necessária e importante para detectar as realidades socioculturais dos discentes dentro do seu contexto socioeconômico e desse modo inferir a suas necessidades intelectuais. Assim, é indispensável que o educador sendo cônscio das metas pedagógicas, antes de planejar seu próprio ensino, negocie com os alunos a respeito do seu projeto de aprendizagem, levando em consideração os seus retratos socioculturais sem negligenciar as suas relações com os cenários sociais e naturais.

Terceiro momento: objetivos de ensino-aprendizagem e conteúdos de ensino


Os objetivos do ensino deve se ocupar com operações intelectivas sempre vinculadas a conteúdos e realidades concretas podendo representar significativamente a noção de mundo, cultura e natureza. E é através de um dialogo honesto em relação à prática do seu planejamento com os alunos quando o professor não for capaz de delimitar seus reais objetivos que o professor também estimula a avaliação critica e criativa dos educandos.  


Quarto momento: procedimentos de ensino-aprendizagem (ação-reflexão-ação...)
 

A escolha do conteúdo para o ensino não compete somente ao professor como também aos estudantes, deste modo, a cooperação dos educandos pode ajudar na programação das atividades de ensino. Visto que a participação estudantil é imprescindível para a elaboração do plano de aula posto que são eles os maiores interessados pela aquisição de conhecimento. 


 Quinto momento: a avaliação da aprendizagem
 

 Diferente de como acreditam os pedagogos leigos, o papel fundamental da avaliação da aprendizagem não é simplesmente categorizar o aluno com números e notas, mas em ser um componente pedagógico que colabore com o projeto didático, o que pode regular e desenvolver a aprendizagem do estudante, promovendo e estimulando melhorias. Como medir o conhecimento humano é em práxis inviável, a ação avaliativa da aprendizagem não deve ser equiparada com a ação de medir, portanto, é necessário que a “cultura de notas” seja substituída pela cultura de aprendizagem concreta.     

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